ADD_0646 – Meio de feriado
Já que eu tava editando uns troços aqui, com os programas abertos, recebendo musica nova do Thiago Corrêa e com a vida “semi-ganha”, nada mais justo do que fazer um ADDzinho simples porém limpinho.
ADD_0646 – Meio de feriado.
Temos:
-The Clash – Lost in the supermarket
-Chico Science & Nação Zumbi – Todos estão surdos
-The Asteroid Galaxy Tour – The Sun ain’t shining no more
-Jack McDuff & George Benson – Hot Barbecue (amanhã é dia !!!)
-Black Eyed Peas feat. Thiago Corrêa – Boom Boom Pow
E é isso.
Tá bom, né ?
Espero que gostem.
Até Quarta que vem. Se der tempo/saco/música boa/conexão/paciência/disposição na Segunda ou na Terça eu faço um ADD bacana direto das nababescas instalações do hotel que fico.
Tudo de bom,
Billy.
PS_O que mata é a tal conexão. Tô usando um Claro que funciona com 1Mb de up e 1Mb de down. Tudo bem. Mas às vezes parece que toda a região de Jundiaí/Itatiba/Vinhedo/Campinas tá usando a mesma banda que eu tô usando, ou seja, o 1Mb de up vira 0,000056kbps. Parece. Fora que o Fetch prioriza a banda aqui do laptop, prejudicando a velocidade dos outros programas como o FFox. Aí eu fico que nem um idiota jogando Freecell. E ouvindo musica.
Por falar em música, finais-de-semana são momentos em que eu paro prá assistir TV. Tô aqui teclando, com um fone de ouvido numa orelha, a outra orelha sem fone, na frente do computador com a TV mais ao fundo.
Aí, numa passagem da novela “Caras e Bocas” toca uma música com uma voz feminina falando de conexão, internet, miguxo, sei lá. Algo assim “moderninho”. É a Kelly Key. Tudo bem. Quem canta não importa.
Putz, eu juro que eu acho que certas letras não cabem em português. Sei lá. Não sei se é implicância minha, ou se cresci acostumado a ouvir música gringa (se bem que não, ouvia de tudo quando era criança e adolescente), mas realmente acho que algumas letras são forçadas a entrar numa métrica em que elas não cabem.
Óbvio que o tamanho das palavras em inglês, por exemplo, facilita o encaixe no ritmo e na métrica. Se vc cantar “red car” numa letra, é muito mais fácil de encaixar do que “carro vermelho”. E olha que a música do “carro vermelho” aqui no Brasil é bem bacana e foi sucesso.
Eu sou um dos primeiros a defender a criação em português. Não só porque em inglês o mercado é 1.000.000 vezes mais competitivo e cruel, onde gente com o mínimo de sotaque perde a vez rapidinho, mas também porque é uma oportunidade do artista crescer musicalmente (pela dificuldade de não soar estranho) e do mercado brasileiro melhorar em qualidade ou, pelo menos, quantidade.
Mas ouvindo o que o povo tá produzindo hoje em dia fica difícil continuar pensando dessa forma.
Sei lá. Uma pensata meio descompromissada para este meio de feriado.
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