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	<title>Comments on: ADD_0678 e Funk como Movimento Cultural</title>
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	<description>Blog do Maestro Billy - Podcasts, música e afins.</description>
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		<title>By: carlessandro</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4785</link>
		<dc:creator>carlessandro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 20:21:58 +0000</pubDate>
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		<description>Em tempo, abraço a todos independente de concordarem ou não com o meu ponto de vista. Mas reflitam que &quot;Todo ponto de vista é a vista de um ponto.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempo, abraço a todos independente de concordarem ou não com o meu ponto de vista. Mas reflitam que &#8220;Todo ponto de vista é a vista de um ponto.&#8221;</p>
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		<title>By: carlessandro</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4784</link>
		<dc:creator>carlessandro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 20:20:28 +0000</pubDate>
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		<description>Salve!
Sou Professor de História e posso lhes afirmar que o conceito moderno de cultura/movimento cultural abarca o que o funk carioca representa atualmente. Entretanto, não pretendo engrossar a crítica a respeito da lei que não passa de letra morta uma vez que o funk carioca, como mostra a sua história desde a década de 1970, tem sobrevivido através de uma profunda criatividade (queiram ou não aceitar. Para mim, as grandes questões giram em torno da democratização da mídia (ela não deveria dar voz a todas as tendências? Se sim, por que evitar o funk?), do poder transformador do funk para pessoas que não são/eram respeitas pelo Estado ( Já pararam pra pensar que, através daquilo que uma elite pensante &quot;como se existissem humanos não pensantes&quot; aceita como produto cultural, pessoas como o Mr. Catra e outros Dj&#039;s e rappers dificilmente modificariam o seu lugar nesta sociedade em que o &quot;ter&quot; é mais importante do que o &quot;ser&quot;. E, por último, gostaria de reafirmar algo que, em parte, já foi posto acima pelos outros debatedores: Modernismo, Samba, Jazz, Rock e outros gêneros musicais também não foram aceitos quando surgiram e,mesmo marginalizados, se impuseram e hoje frequentam os livros de História. Neste sentido, não sei até que ponto as críticas acima ( embora importantes e necessárias)podem ou não ser valorizadas. Pra quem disse que o Modernismo não precisou de leis para ser aceito como manifestação cultural, lembro que desde 1989 quando, através do DJ Marlboro, foi feito o Funk Brasil (disco vinil de extrema importância para aqueles que estudam o movimento porque simboliza a primeira tentativa de se produzir um funk brasileiro, embora as bases ainda fossem importadas ), já são 20 anos de estrada. Como não respeitar algo tão influente?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salve!<br />
Sou Professor de História e posso lhes afirmar que o conceito moderno de cultura/movimento cultural abarca o que o funk carioca representa atualmente. Entretanto, não pretendo engrossar a crítica a respeito da lei que não passa de letra morta uma vez que o funk carioca, como mostra a sua história desde a década de 1970, tem sobrevivido através de uma profunda criatividade (queiram ou não aceitar. Para mim, as grandes questões giram em torno da democratização da mídia (ela não deveria dar voz a todas as tendências? Se sim, por que evitar o funk?), do poder transformador do funk para pessoas que não são/eram respeitas pelo Estado ( Já pararam pra pensar que, através daquilo que uma elite pensante &#8220;como se existissem humanos não pensantes&#8221; aceita como produto cultural, pessoas como o Mr. Catra e outros Dj&#8217;s e rappers dificilmente modificariam o seu lugar nesta sociedade em que o &#8220;ter&#8221; é mais importante do que o &#8220;ser&#8221;. E, por último, gostaria de reafirmar algo que, em parte, já foi posto acima pelos outros debatedores: Modernismo, Samba, Jazz, Rock e outros gêneros musicais também não foram aceitos quando surgiram e,mesmo marginalizados, se impuseram e hoje frequentam os livros de História. Neste sentido, não sei até que ponto as críticas acima ( embora importantes e necessárias)podem ou não ser valorizadas. Pra quem disse que o Modernismo não precisou de leis para ser aceito como manifestação cultural, lembro que desde 1989 quando, através do DJ Marlboro, foi feito o Funk Brasil (disco vinil de extrema importância para aqueles que estudam o movimento porque simboliza a primeira tentativa de se produzir um funk brasileiro, embora as bases ainda fossem importadas ), já são 20 anos de estrada. Como não respeitar algo tão influente?</p>
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		<title>By: Mike Rodriguez</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4494</link>
		<dc:creator>Mike Rodriguez</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 18:32:34 +0000</pubDate>
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		<description>Gente, claro que o funk carioca é um movimento sub-cultural!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, claro que o funk carioca é um movimento sub-cultural!</p>
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	<item>
		<title>By: Blacksheepaway</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4473</link>
		<dc:creator>Blacksheepaway</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 06:32:42 +0000</pubDate>
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		<description>O Funk como movimento cultural,tem muito caminho pela frente ainda, no sentido de quebrar preconceitos. 
A sociedade que não participa do dia-a-dia das &#039;comunidades&#039;,a mídia (especializada ou não),a polícia,o governo,todos já tentaram acabar com a força que o Funk dos morros têm,mas foi em vão. Essa,digamos &#039;manobra&#039; do governo carioca é o famoso &#039;Se não pode contra eles,junte-se a eles&#039;.

Acho que se o governo souber apoiar bem,vai ter sim como ter funk de qualidade pra todos. Não estou dizendo que os &#039;relaxa e kika&#039; vão acabar,longe disso. Mas o Funk carioca é uma expressão MUITO rica da vida das favelas, e tem sim qualidade pra todos. Basta querer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Funk como movimento cultural,tem muito caminho pela frente ainda, no sentido de quebrar preconceitos.<br />
A sociedade que não participa do dia-a-dia das &#8216;comunidades&#8217;,a mídia (especializada ou não),a polícia,o governo,todos já tentaram acabar com a força que o Funk dos morros têm,mas foi em vão. Essa,digamos &#8216;manobra&#8217; do governo carioca é o famoso &#8216;Se não pode contra eles,junte-se a eles&#8217;.</p>
<p>Acho que se o governo souber apoiar bem,vai ter sim como ter funk de qualidade pra todos. Não estou dizendo que os &#8216;relaxa e kika&#8217; vão acabar,longe disso. Mas o Funk carioca é uma expressão MUITO rica da vida das favelas, e tem sim qualidade pra todos. Basta querer.</p>
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	<item>
		<title>By: Rafagoom</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4472</link>
		<dc:creator>Rafagoom</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 06:19:16 +0000</pubDate>
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		<description>A verdade é que, como o próprio Maestro Billy falou, &quot;funk putaria é o que vende&quot;. A massa pede isso. Isso não significa que todas as pessoas tenham que aceitar esse tipo de música e nem que todos sejam atraídos a ela. Muito pelo contrário, para o meu ouvido e o ouvido da minha família eu repudio todo o tipo de funk (exceto os bão das antigas, como já disse lá em cima ;)). Estereotipei. 
Por fazê-lo posso estar errado? Sim, pois posso perder verdadeiros artistas que tentam mudar esse cenário. Mas acho que a obrigação maior é a dessa nova galera do funk, que lutou para ser reconhecida como &#039;movimento cultural&#039;, faça alguma coisa com as letras e me passe uma mensagem legal, uma letra que não vá me constranger na frente de desconhecidos. É pra isso que vai servir ter o selinho de Cultura? Se for é válido. Caso contrário não entendi o porque da briga.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A verdade é que, como o próprio Maestro Billy falou, &#8220;funk putaria é o que vende&#8221;. A massa pede isso. Isso não significa que todas as pessoas tenham que aceitar esse tipo de música e nem que todos sejam atraídos a ela. Muito pelo contrário, para o meu ouvido e o ouvido da minha família eu repudio todo o tipo de funk (exceto os bão das antigas, como já disse lá em cima <img src='http://www.maestrobilly.com/podcast/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> ). Estereotipei.<br />
Por fazê-lo posso estar errado? Sim, pois posso perder verdadeiros artistas que tentam mudar esse cenário. Mas acho que a obrigação maior é a dessa nova galera do funk, que lutou para ser reconhecida como &#8216;movimento cultural&#8217;, faça alguma coisa com as letras e me passe uma mensagem legal, uma letra que não vá me constranger na frente de desconhecidos. É pra isso que vai servir ter o selinho de Cultura? Se for é válido. Caso contrário não entendi o porque da briga.</p>
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	<item>
		<title>By: Blog do Maestro Billy &#187; ADD_0682 &#8211; Especial de Sexta-feira</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4466</link>
		<dc:creator>Blog do Maestro Billy &#187; ADD_0682 &#8211; Especial de Sexta-feira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 18:05:03 +0000</pubDate>
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		<description>[...] sobre a &#8220;legalização&#8221; do Funk tá pegando fogo. Acompanhem e dêem seus pitacos AQUI    bb_keywords = &quot;celular Samsung, iMac, livro, cerveja, vinho&quot;; bb_bid = &quot;5749&quot;; bb_lang = [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] sobre a &#8220;legalização&#8221; do Funk tá pegando fogo. Acompanhem e dêem seus pitacos AQUI    bb_keywords = &quot;celular Samsung, iMac, livro, cerveja, vinho&quot;; bb_bid = &quot;5749&quot;; bb_lang = [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Rodrigo Soares</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4464</link>
		<dc:creator>Rodrigo Soares</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 14:15:29 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;e preconceito de pobre metido a besta é preconceito sem respaldo cultural nenhum&quot;

Obrigado por nos ensinar, na prática, o que é preconceito, Kascavel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;e preconceito de pobre metido a besta é preconceito sem respaldo cultural nenhum&#8221;</p>
<p>Obrigado por nos ensinar, na prática, o que é preconceito, Kascavel.</p>
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		<title>By: Maestro Billy</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4463</link>
		<dc:creator>Maestro Billy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 13:58:42 +0000</pubDate>
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		<description>Kaskavel,
Pelo que tinha entendido, quando vc disse que era parte do movimento, achei que vc fosse funkeiro.
Não tenho problema nenhum com nenhum tipo de manifestação cultural. Mas realmente as perguntas que ficaram são boas.
Será que agora, como vc disse, vão começar a mudar a postura das letras dos funks para algo mais &quot;social&quot; ou essa lei foi só uma forma de legalizar o que já esta subentendido ?
Digo isso porque baile sempre existiu e sempre existirá.
Seja ele no morro ou no asfalto.
A grande diferença do morro pro asfalto é o publico que o frequenta. O conceito é o mesmo. E nem coloco aqui distinção de classe social, pois isso não existe no funk. Do pobre ao rico, e vice-versa, não tem diferença nenhuma do público consumidor. Só, acredito, o preço cobrado na entrada do baile e o preço da bebida.
&quot;Boquinha da garrafa&quot;&quot;créu&quot;&quot;vem sentando&quot;.
O que rege aqui não é o que a lei diz, mas o que o público pede.
Sei que existe hoje em dia um movimento fortíssimo dentro do próprio funk carioca para acabar com o que eles chama de &quot;funk putaria&quot;. Esses que só ficam com &quot;abaixa a calcinha&quot;, &quot;senta e relaxa&quot;, &quot;bundinha tem que dar&quot; e afins.
A idéia é trocar isso por funk melody, coisa mais inteligente, música com melodia e letra.
Mas não é o que o povo pede no dia-a-dia dos bailes.
O que o povo quer é &quot;relaxa e kika&quot;, etc, etc.
Não acredito ainda que uma lei vai possibilitar ou até mesmo conscientizar os produtores e divulgadores do funk para que mudem sua postura com relação a isso.
Como os próprios funkeiros dizem, &quot;O que vende é putaria. Infelizmente&quot;. Isso impossibilita o crescimento do funk e sua consequente aceitação. 
Alguns artistas pontuais como o Sany Pitbull e o Leozinho não se vendem a esse tipo de expediente, mas eles pensam grande e miram algo maior, que é a popularização e aceitação do funk como música. Que é o que eles fazem. E fazem bem-feito, indepentende de gosto musical de quem está lendo isso agora. 
É fato.
Não tô aqui fazendo julgamento de que funk putaria é ruim e funk melody é bom. Funk melody é bom prá tocar em rádio e as pessoas ouvirem. Funk putaria é o que move os bailes. Sejam estes no morro ou no asfalto.
A classe social aqui não conta, o que conta é o grau de diversão pretensamente proporcionado pela música no baile.
Consegui me fazer entender ?
Espero que sim. Muita informação na cabeça...
Abraços a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kaskavel,<br />
Pelo que tinha entendido, quando vc disse que era parte do movimento, achei que vc fosse funkeiro.<br />
Não tenho problema nenhum com nenhum tipo de manifestação cultural. Mas realmente as perguntas que ficaram são boas.<br />
Será que agora, como vc disse, vão começar a mudar a postura das letras dos funks para algo mais &#8220;social&#8221; ou essa lei foi só uma forma de legalizar o que já esta subentendido ?<br />
Digo isso porque baile sempre existiu e sempre existirá.<br />
Seja ele no morro ou no asfalto.<br />
A grande diferença do morro pro asfalto é o publico que o frequenta. O conceito é o mesmo. E nem coloco aqui distinção de classe social, pois isso não existe no funk. Do pobre ao rico, e vice-versa, não tem diferença nenhuma do público consumidor. Só, acredito, o preço cobrado na entrada do baile e o preço da bebida.<br />
&#8220;Boquinha da garrafa&#8221;"créu&#8221;"vem sentando&#8221;.<br />
O que rege aqui não é o que a lei diz, mas o que o público pede.<br />
Sei que existe hoje em dia um movimento fortíssimo dentro do próprio funk carioca para acabar com o que eles chama de &#8220;funk putaria&#8221;. Esses que só ficam com &#8220;abaixa a calcinha&#8221;, &#8220;senta e relaxa&#8221;, &#8220;bundinha tem que dar&#8221; e afins.<br />
A idéia é trocar isso por funk melody, coisa mais inteligente, música com melodia e letra.<br />
Mas não é o que o povo pede no dia-a-dia dos bailes.<br />
O que o povo quer é &#8220;relaxa e kika&#8221;, etc, etc.<br />
Não acredito ainda que uma lei vai possibilitar ou até mesmo conscientizar os produtores e divulgadores do funk para que mudem sua postura com relação a isso.<br />
Como os próprios funkeiros dizem, &#8220;O que vende é putaria. Infelizmente&#8221;. Isso impossibilita o crescimento do funk e sua consequente aceitação.<br />
Alguns artistas pontuais como o Sany Pitbull e o Leozinho não se vendem a esse tipo de expediente, mas eles pensam grande e miram algo maior, que é a popularização e aceitação do funk como música. Que é o que eles fazem. E fazem bem-feito, indepentende de gosto musical de quem está lendo isso agora.<br />
É fato.<br />
Não tô aqui fazendo julgamento de que funk putaria é ruim e funk melody é bom. Funk melody é bom prá tocar em rádio e as pessoas ouvirem. Funk putaria é o que move os bailes. Sejam estes no morro ou no asfalto.<br />
A classe social aqui não conta, o que conta é o grau de diversão pretensamente proporcionado pela música no baile.<br />
Consegui me fazer entender ?<br />
Espero que sim. Muita informação na cabeça&#8230;<br />
Abraços a todos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Kascavel</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4462</link>
		<dc:creator>Kascavel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 13:31:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.maestrobilly.com/podcast/?p=1208#comment-4462</guid>
		<description>Notem como o preconceito abunda... O meu apelido Kascavel, se deve a maneira como sempre argumentei defendendo assuntos diversos , e surgiu no meio musical, sou músico, comecei a tocar na noite no interior do Parana em 1979, moro no paraná e não sou funkeiro, mas sim um defensor da liberdade de expressão principalmente no que se refere a música, sou formado em MÚSICA, nivel superior,tenho tambem curos tecnico em Música e estou iniciando um projeto de Mestrado em Educação, e, alem da escola da vida onde trabalho como musico a 30 anos. Defendo sim uma coisa que atinge todos adolescentes e que antes de criticar deve ser limpada e utilizada. Sugiro aos criticos que se informem melhor, pois eu mesmo sendo do interior do Paraná tenho o conhecimento de algumas coisas que parecem que são desconhecidas pelos criticos de plantão. O que sera Maestro que dirão estas pessoas quando tiverem conhecimento de Música Concreta? A linguagem verbal e não a musical é feita por pessoas que estao falando o que elas querem, assim como os Srs. ... Quando me referi ao PRECONCEITO puro e besta, é contra a postura sem nenhum respaldo apenas &quot;sou contra e pronto&quot; ninguem me respondeu ainda sobre &quot; a boquinha da garrafa&quot;... O Funk denominado Carioca, não é mesmo o Funk de James Brown, se voces puderem estudar um pouco o assunto começem pelo &quot;Miami Bass&quot;, o nome Funk acabou sendo incorporado aqui no Brasil, mas acho que isso não tem problema né??? Afinal chamamos de Doutor gente que não tem Doutorado.Pensem na possibilidade dos Rappers estarem fazendo letras de cunho social e juntarem com o BATIDÃO. Por que isso não acontece? Por que existe uma determinação do poder paralelo que domina as regioes mais pobres das grandes cidades  que direciona a produção e execução destas festas e etc... Mas, se pudermos usar o proprio batidão para acrescentar letras com cunho diferente da &quot;putaria&quot; nao seria uma ferramenta ótima, de ensino,de elaboração?? E em momento nenhum comparei a Semana de 22 com  o debatido FUNK e sim o termo MOVIMENTO. Não se esquecendo que a semana de 22 foi criticado por &quot;intelectualóides&quot; e não tinha , no momento em que aconteceu NENHUMA aceitação por parte dos detentores do certo e errado, como o Sr. Rodrigo eles  criticavam se firmando em posturas na época, consideradas academicas que não passaram de vento, ou podemos dizer SÓ ARES...Podemos sim usar este fenomeno da cultura de massas em favor de um resultado melhor ..de tudo que o envolve. Obs.Quando se julga alguem pelo nome, ou nick, deve ou não ser considerado preconceito, e preconceito de pobre metido a besta é preconceito sem respaldo cultural nenhum</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Notem como o preconceito abunda&#8230; O meu apelido Kascavel, se deve a maneira como sempre argumentei defendendo assuntos diversos , e surgiu no meio musical, sou músico, comecei a tocar na noite no interior do Parana em 1979, moro no paraná e não sou funkeiro, mas sim um defensor da liberdade de expressão principalmente no que se refere a música, sou formado em MÚSICA, nivel superior,tenho tambem curos tecnico em Música e estou iniciando um projeto de Mestrado em Educação, e, alem da escola da vida onde trabalho como musico a 30 anos. Defendo sim uma coisa que atinge todos adolescentes e que antes de criticar deve ser limpada e utilizada. Sugiro aos criticos que se informem melhor, pois eu mesmo sendo do interior do Paraná tenho o conhecimento de algumas coisas que parecem que são desconhecidas pelos criticos de plantão. O que sera Maestro que dirão estas pessoas quando tiverem conhecimento de Música Concreta? A linguagem verbal e não a musical é feita por pessoas que estao falando o que elas querem, assim como os Srs. &#8230; Quando me referi ao PRECONCEITO puro e besta, é contra a postura sem nenhum respaldo apenas &#8220;sou contra e pronto&#8221; ninguem me respondeu ainda sobre &#8221; a boquinha da garrafa&#8221;&#8230; O Funk denominado Carioca, não é mesmo o Funk de James Brown, se voces puderem estudar um pouco o assunto começem pelo &#8220;Miami Bass&#8221;, o nome Funk acabou sendo incorporado aqui no Brasil, mas acho que isso não tem problema né??? Afinal chamamos de Doutor gente que não tem Doutorado.Pensem na possibilidade dos Rappers estarem fazendo letras de cunho social e juntarem com o BATIDÃO. Por que isso não acontece? Por que existe uma determinação do poder paralelo que domina as regioes mais pobres das grandes cidades  que direciona a produção e execução destas festas e etc&#8230; Mas, se pudermos usar o proprio batidão para acrescentar letras com cunho diferente da &#8220;putaria&#8221; nao seria uma ferramenta ótima, de ensino,de elaboração?? E em momento nenhum comparei a Semana de 22 com  o debatido FUNK e sim o termo MOVIMENTO. Não se esquecendo que a semana de 22 foi criticado por &#8220;intelectualóides&#8221; e não tinha , no momento em que aconteceu NENHUMA aceitação por parte dos detentores do certo e errado, como o Sr. Rodrigo eles  criticavam se firmando em posturas na época, consideradas academicas que não passaram de vento, ou podemos dizer SÓ ARES&#8230;Podemos sim usar este fenomeno da cultura de massas em favor de um resultado melhor ..de tudo que o envolve. Obs.Quando se julga alguem pelo nome, ou nick, deve ou não ser considerado preconceito, e preconceito de pobre metido a besta é preconceito sem respaldo cultural nenhum</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: admin</title>
		<link>http://www.maestrobilly.com/podcast/add_0678-e-funk-como-movimento-cultural/comment-page-1/#comment-4457</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 19:21:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.maestrobilly.com/podcast/?p=1208#comment-4457</guid>
		<description>O que o Rodrigo disse também é verdade.
Tem todo esse outro lado.
#comofas ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que o Rodrigo disse também é verdade.<br />
Tem todo esse outro lado.<br />
#comofas ?</p>
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